Woman To Be

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL e a MULHER SAPIENS: SINTO, logo existo

Depois que “os caras” estudaram a tal da inteligência emocional o mundo começou a mudar um pouquinho. Esses caras chegaram a brilhante conclusão de que:

– Não adianta ser um grande líder, motivador de pessoas, praticar ioga e meditação diariamente, se grita e maltrata o office-boy ou o porteiro;

-Não adianta defender uma menor jornada de trabalho da mulher-mãe, se explora sua funcionária;

-Não adianta ser gênio e ganhar fortuna se for triste, não tiver amigos, vida social ou um propósito maior;

Os caras sacaram que aptidão emocional é um dos mais valiosos tesouros do homo sapiens: a espécie pensante!

Este novo paradigma defende que não podemos mais negligenciar nossas emoções, pois são elas que fazem a diferença nos momentos mais importantes e decisivos.

Os desafios da nossa espécie, demandam indivíduos com alma em alerta, atentos às necessidades de todos, e que busquem soluções cooperativas.
Seres mais completos, bem resolvidos e portanto competentes!

                  Poxa, mas esses “caras” vem com essa novidade bem agora? Aí eles me quebram né?

Justo agora que eu estou com o curriculum vitae mais “bombado” de todos os tempos, recheado com :

-02 graduações;
-01 curso intensivo de Técnicas em gestão empreendedora e marketing competitivo para organizações holístico-sustentáveis do terceiro setor”;
-02 línguas (domínio) + curso básico de Mandarim;
-03 esportes (judô, karate, futebol);
-02 imersões completas de sobrevivência na selva do Sri Lanka e nas montanhas geladas do Alasca;    e finalmente :
-12 sessões de coaching de carreira com a Woman to be!

Aí vem “os caras com a tal de COMPETÊNCIA EMOCIONAL ?

Perái, além de aguentar os meus problemas, ainda tenho que ouvir e negociar os alheios?

Então, ao me descabelar pensando que HÁ DE HAVER uma saída pra mulher moderna, conectada e atuante que me proponho a ser, começo a me lembrar de minha mãe e seus ensinamentos.

Como boa amazona que foi, nos contava como a mente humana se parece com um cavalo arisco e sem comando, perdido e sem rumo. E nós (indivíduo consciente ) o cavaleiro.

Ela dizia ser o cavaleiro, o responsável por conduzir a rédea, direção, caminho e destino do cavalo e nunca o contrário, deixando-se levar pelo animal e seus instintos, limitações, ira ou medo.

O cavaleiro também sente, aceita e lida com as emoções (medos, frustrações e inseguranças) ainda assim os encara e se motiva a ir além.
Busca caminhos, outras trilhas, atalhos para melhor conduzir este cavalo (mente).
Acessa sua sabedoria interior e seus dons naturais; Chama seus anjos e protetores (seres de sua fé inabalável ) …
Silencia e soluções criativas começam a surgir.
Então, negocia com o cavalo (sua mente) e aí vai com tudo pra vida!

Essas anedotas que fizeram parte da minha infância são sabedorias ocultas, que me sugerem ser este o nosso caminho e poder feminino:
Inteligência emocional, competência sentimental, coragem e sabedoria interna.

A mulher aprende desde cedo a lidar com dor ou incomodo físico, hormônios, família, quereres… São tantas variáveis pra serem postas em equilíbrio, que a aptidão emocional desenvolvida vale tanto ou mais que tantas graduações que fazemos por aí !

                  Curso de sobrevivência na selva do Sri Lanka? Onde eu estava com a cabeça? Difícil mesmo é ser mulher, ter coragem pra ser mãe, dar a luz (trazer a vida) e ainda renascer em meio a adaptações, carreira, sentimentos e tantas contradições.

                  No final, o que “os caras” descobriram sem querer, foi que o mundo deles fica bom mesmo quando A GENTE, NÓIX comandamos. Por isso, vou até deletar algumas das tantas competências do meu curriculum;
Deixarei ele mais leve, mais feminino, mais holístico!!!
Colocarei no lugar algumas das habilidades de uma   Amazona e seu cavalo.

E boa cavalgada pra gente mulherada! O que a gente quer no final é poder cavalgar gostoso não é ? quem não gosta? Quem não quer? A gente adora !!! A gente merece !!! E podemos… pois o mundo tá pequeno pra nóix!

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